Comissão da verdade reacende crimes apagados pelo regime militar

A idade é marcada na pele e as memórias são arquivadas na mente, mesmo que ainda isso tudo se perca em um possível esquecimento...clique e confira

A moda a favor ao combate a homofobia

Visando o combate e promoção de novos talentos da moda, artes plásticas e design, o concurso Homofobia Fora de Moda, será realizado no Mês de junho

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Centro resgata a memória do Circo no Largo do Paissandu.


“O circo é uma grande influência na cultura brasileira. Não temos como falar sobre a história erudita, popular e de cultura de massa, sem passar pelo circo. Essa influência não existe apenas nas artes e sim, na formação cultural do povo brasileiro”. Foi dessa maneira que Verônica Tamaoki, coordenadora do Centro de Memória do Circo de São Paulo classificou a importância da classe circense existir, diante de um novo universo contemporâneo, repleto de novas tecnologias.


A arte do circo chegou ao Brasil no final do século XIX, onde famílias européias trouxeram em suas bagagens manifestações teatrais como forma de atrair o público que desconhecia essa arte. Com o passar do tempo, ganharam popularidade e se adaptaram ao gosto do brasileiro, fazendo com que os palhaços fossem mais engraçados ao invés de mímicos, como tradicionalmente são na Europa.

Foto: Amanda Ivanov


Em fase de transição entre os costumes e mudança de séculos, passando pela  chegada dos meios de comunicação de massa, a arte do circo se tornou uma entre as principais atividades de entretenimento e diversão da época.


Um grande influente para a contribuição da arte circense no Brasil foi o circo Nerino, criado no final do século XIX, pelo casal Nerino Avanzi e Armandine Avanzi, em 1913. Durante 52 anos de existência, percorreu por várias cidades, em uma época que os espetáculos eram a única forma de entretenimento artístico no país e inovou a cena, trazendo aos espectadores a arte do circo-teatro, na qual o palhaço e criador do circo, com codinome Picolino, depois sendo substituído por seu filho, Roger Avanzi encantou gerações.


Verônica Tamaoki, além de desenvolver projetos no Centro de Memória do Circo, que faz parte da Secretaria Municipal de  Cultura de São Paulo,  também é a presidente da Escola Picolino de Artes Circenses. 


Confira a entrevista sobre  a situação atual do circo aqui

Vamos ajudar a salvar o planeta




Não se fala em outra coisa hoje em dia a não ser nos cuidados com meio ambiente, o aquecimento global e como podemos ajudar a preservar a natureza e principalmente o ar que respiramos.

Muitas campanhas de reciclagem são feitas, mas ainda existem pessoas dispostas a não entender a importância do bem estar do planeta.

A nova lei que proíbe a venda e distribuição de sacolas plásticas em mercados e estabelecimentos com grande circulação de mercadorias é um exemplo, muitas pessoas não aprovaram a iniciativa e ainda dizem que tirar as sacolas de nada ajuda já que se trata de uma pequena parte perto de um problema tão grande.

Mas o que muitos não sabem e às vezes não entendem é que essa iniciativa é sim muito importante, a conscientização deve surgir de pequenas atitudes.

Existem certos tipos de lixo como o plástico e o vidro que demoram anos para se decompor, ou casos como o da borracha que não se pode determinar tempo para decomposição, e isso é muito pequeno perto do tamanho do problema que teremos num futuro muito próximo.

As campanhas de conscientização servem apenas como um alerta aos cuidados que os seres humanos deveriam criar automaticamente desde cedo. É muito importante entender o papel que cada pessoa tem quando falamos de meio ambiente.

As indústrias são as principais poluentes do meio ambiente por que produzem gazes e fumaças em grande quantidade que prejudicam a camada de ozônio e o bem estar dos animais e da natureza.

No Brasil o processo de conscientização é lento e muitas vezes pouco eficaz. Ainda há muito para ser feito, mas se cada um fizer sua parte, podemos ajudar a salvar o futuro das próximas gerações e garantir a eles uma qualidade de vida muito melhor.


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Viajar, gastar e economizar

Comprar produtos cada vez está mais difícil. Os preços elevados dos produtos no Brasil estão cada vez mais forçando o consumidor a desembolsar uma quantia maior para conseguir adquiri-los. A procura pela economia no bolso e pagar menos impostos estão forçando os consumidores brasileiros a praticar uma atividade que está se tornando cada vez mais comum que é a de fazer compras no exterior. Viajar, gastar com passagens, hospedagens, com as compras e ainda gastar menos do que se comprasse em territórios brasileiros. O que antes era uma simples viajem de turismo, hoje acaba sendo uma viagem exclusivamente para compras.

Mas isso pode ser um problema? será que a economia do nosso país pode ser afetada por essa atividade? levando em conta que, de um certo modo, os produtos que eram para ser comercializados por aqui acabam "sobrando", pelo fato de que no exterior, não se paga os altos impostos que são cobrados no Brasil, como o IPI( imposto sobre os produtos). Segundo José Diniz, analista financeiro que esteve em Orlando, a diferença  de preços é gritante e chega até ser 70 % mais barato do que no Brasil. Os produtos são os mais variáveis e vão desde artigos para vestuários a aparelhos eletrônicos. Para Daniela Ramos, que foi para Las Vegas no més de Março, o Ipod que foi adquirido por ela custou em torno de 150 reais, o que aqui teria um custo de 800 reais, além do que segundo ela, o consumidor sabe o quanto que ele esta pagando de impostos.

Essa prática acaba sendo de uma certa forma um desconforto para a economia brasileira. Pode até não parecer um problema agora, mas quanto mais altos os preços cobrados, principalmente em produtos importados, esse método vai ser muito utilizado. Para Maxmiller Saraiva, consultor de Investimentos do Banco Itaú, um corte na taxa de juros poderia ser uma das soluções para que os consumidores deixassem de fazer compras no exterior. Mas para que essa taxa de juros possa ser cortada, seria importante que existisse no país alguma fábrica internacional, como por exemplo, se existisse uma fabrica da Apple no Brasil, os impostos seriam menores pois os aparelhos sairiam direto do pais sem ter que se cobrar o IPI.

Confira nesta entrevista com o consultor Maxmiller Saraiva, e os consumidores José Diniz e Daniela Ramos, como que esta atividade está em alta, e se tem uma possível solução para que o mercado econômico não seja afetado.